Micah Lee, jornalista e tecnólogo, descreveu o que ele chama de “a era crescente de technofascism" – a fusão de política autoritária com a vigilância de grandes empresas de tecnologia – em seu Palestra principal do BSides Portland. Com base em anos de experiência protegendo jornalistas e ativistas, Lee alertou que as mesmas ferramentas antes usadas para vigilância estrangeira e guerra agora estão sendo voltadas para dentro, visando imigrantes, manifestantes e dissidentes políticos em todos os Estados Unidos.
A apresentação de Lee traçou como agências como a ICE dependem cada vez mais de empresas privadas de spyware e ferramentas de extração de dados para monitorar comunidades, enquanto as grandes corporações de tecnologia facilitam silenciosamente esses abusos por meio de censura e colaboração. Ele enfatiza um ponto focal: a segurança digital é uma responsabilidade coletiva, não individual.
Na CLDC, ecoamos esse chamado. Muitos de nossos cursos de treinamento exploram tanto a consciência técnica quanto a cultura de segurança. À medida que a vigilância estatal se expande, a CLDC permanece comprometida em equipar os movimentos com o conhecimento e as ferramentas de que precisam para se organizar com segurança, resistir à repressão e proteger uns aos outros.
Incentivamos ativistas, jornalistas e organizadores a se manterem um passo à frente, educando a si mesmos e aos outros sobre essas preocupações, além de praticarem a cultura de segurança. Através de treinamento e diálogo intencionais, os movimentos podem fortalecer sua capacidade de operar com segurança, proteger informações sensíveis e sustentar a resistência a longo prazo diante de ameaças crescentes.
Certifique-se de verificar estes dois ótimos links do Activist Checklist:
